Cenário global: juros, inflação e os próximos ciclos
Como os movimentos dos bancos centrais redesenham o mapa de oportunidades entre renda fixa e renda variável.
Ler análise →Os vetores que devem guiar o câmbio e os preços de ativos reais nos próximos trimestres.
Câmbio e commodities voltaram a ditar o ritmo dos portfólios globais — e três vetores merecem atenção especial nos próximos trimestres.
Primeiro, o diferencial de juros entre economias desenvolvidas e emergentes, que define fluxo de capital e pressão cambial. Segundo, a transição energética, que sustenta demanda estrutural por metais como cobre e lítio. Terceiro, a geopolítica, que reintroduziu prêmio de risco em energia e alimentos.
Para o investidor, commodities cumprem papel duplo: proteção contra inflação e diversificação genuína, com correlação historicamente baixa com ações e títulos.
Nas carteiras Nexan, a exposição a ativos reais é implementada via veículos líquidos e dimensionada pelo perfil de risco de cada cliente. Ganhos anteriores não são promessa de ganhos futuros.
Como os movimentos dos bancos centrais redesenham o mapa de oportunidades entre renda fixa e renda variável.
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